Introspecção

Depois de uma fase observando o mundo que me cerca, acabei encontrando alguém... eu mesmo... Ontem percebi que passei a me observar em minha interação com o mundo sobre o qual refleti nos últimos meses.
Muitas vezes lemos para procurar inspiração, novas sensações, idéias. Crescimento espiritual. Entretando isso não é regra. Em algumas ocasiões a simples realidade nos trás esse crescimento. Aproveitarei ao máximo essa oportunidade rara: a vida superando a ficção.
Não é do meu interesse expor esses pensamentos demasiadamente pessoais, e certamente não é o de vocês ler sobre os mesmos, portanto imagino que esse blog fique um pouco vazio nos próximos tempos.

Qualquer conclusão mais genérica será colocada no blog! Anunciarei a volta do Nômade quando chegar o momento.

Em outras palavras:
Zarpo agora rumo a mares bravios, e não peço que ninguém se arrisque junto a mim! Voltarei não sei quando, mas garanto-lhes que trarei tesouros de mares e terras distantes!

7 comentários:

Pedro Brito disse...

Tio Maca!

Muito bom esse post.

"Em algumas ocasiões a simples realidade nos trás esse crescimento. Aproveitarei ao máximo essa oportunidade rara: a vida superando a ficção." - muito bom isso!

Abraço!

Doufer disse...

O bacana é conseguir desenvolver esse texto em meio a um "brainstorm".

Abraço Jedi.

João Francisco disse...

Você agora navega pelos mares dos escritores: os que vivem e um dia voltam para contar. E por isso te digo "vai meu camarada, vai por esse mundo que é só seu, e depois me conta o que valeu a pena e o que deixou de valer".

Forte abraço Maca!

Maelstron disse...

Desejo-lhe boa viagem. Retorne logo, mas somente depois de ter contos para nos vislumbrar com as belezas de outros mundos.
Que os ventos te levem com força para seu destino.

pedro brito disse...

tio maca! td blz? quanto tempo! po, os mares tão muito bravios?

abraço!

Vander disse...

Cara, eu tambem estou em mares bravios a algum tempo... Não foi tal dificil passar o Cabo da Boa Esperança... quero ver como vai ser o Mar vermelho e o Triangulo das Bermudas... mares nunca dantes navegados... além da taprobana...

Silent Truth disse...

Estava relendo meu Fernando Pessoa (aquele livro que eu manchei com café, ano passado... com o seu café, na verdade!) quando encontrei um poema que me lembrou deste seu post. Bom, e como eu não havia comentado nada por aqui ainda, cá estou, com quase um mês de atraso... lalalalala lala
(nhaaa... ele é mto lindo... a última estrofe é fantástica. Bah, sou suspeita para falar de poemas, mas enfim... espero q goste!)
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Horizonte

O mar anterior a nós, teus medos
Tinham coral e praias e arvoredos.
Desvendadas a noite e a cerração,
As tormentas passadas e o mistério,
Abria em flor o Longe, e o Sul sidério
'Splendia sobre as naus da iniciação.

Linha severa da longínqua costa —
Quando a nau se aproxima ergue-se a encosta
Em árvores onde o Longe nada tinha;
Mais perto, abre-se a terra em sons e cores:
E, no desembarcar, há aves, flores,
Onde era só, de longe a abstrata linha

O sonho é ver as formas invisíveis
Da distância imprecisa, e, com sensíveis
Movimentos da esp'rança e da vontade,
Buscar na linha fria do horizonte
A árvore, a praia, a flor, a ave, a fonte —
Os beijos merecidos da Verdade.