Astrônomo

Esse foi o apelido que a galera do Sul me deu no Encontro de Matemática, em Floripa. Astrônomo... pelo visto nas noites claras de Florianópolis, regado a muito genérico (uma bebida fantástica que eles preparavam aos litros), eu andei muito empolgado sobre o assunto.

Outro dia sensacional foi quando ao fim de uma sessão de RPG na casa do Thomas, meio frio, eu fui até o gramado e me deitei pra ver o céu de Cotia. Em alguns minutos uma pequena aula de astronomia estava acontecendo lá, alguns loucos deitados na grama enquanto outro louco apontava para o céu.

Eu já estudei um bocado sobre o assunto, ainda estudo, mas poucas vezes isso é de alguma serventia, ou pelo menos rende alguma coisa...

Hoje foi um desses dias!! Na minha mania de toda noite observar o céu em busca de alguma coisa interessante, hoje tirei uma série muito interessante de fotos.
Nelas um fenômeno que eu ainda não tinha visto em fotos (não que eu me lembre). Quando eu saí para ver o céu percebi uma coroa muito tênue em volta da lua. Percebi que era um arco-íris e fui logo pegar a câmera e o tripé:
http://picasaweb.google.com/lundberg/Moonbow

Melissa

O grau de complexidade que atingiu a criminalidade nas comunidades carentes do Rio é assustador. Isso não é novidade pra ninguém.
Fiquei sabendo esse natal, entretanto, de uma história que me surpreendeu (e olha que faz teee...eeempo que nada me surpreende quando o assunto é criminalidade).
Aparentemente em alguns desses bairros a revolta da população foi tamanha com a ditadura imposta pelos traficantes que milícias (conhecidas como "melissas"... ótimo!!!) remuneradas foram organizadas para lutar contra o tráfico. Essas milícias venceram a guerra e impõe justiça com as próprias mãos (ou armas, no caso), apoiadas pela população, que retribui em forma de mensalidades, "taxas" sobre serviços como gás e assim por diante.
Que fenômeno impressionante!! O vazio de poder nas favelas, com a falência do governo oficial, foi tão grande que uma nova ordem surgiu, a dos traficantes. Em revolta, a população apoia um golpe paramilitar em um governo ditatorial paralelo!! (Repare que isso é MUITO paralelo)
É um processo político complexo e desenvolvido, revelando a total e completa falta de esperança da população no governo, e na possibilidade do processo democrático legal resolver a situação.
Na completa ausência do Estado, surge uma forma de governo em que a lei é a Tradição (não há lei escrita, mas todos sabem o que é certo e errado) e uma população apóia uma organização que mantém a justiça e a segurança em troca de impostos.
Só eu vejo traços de feudalismo aí? (claro que não é feudalismo, mas apresenta semelhanças interessantes)


Essa história vai longe... ainda estou meio chocado... Um governo paralelo tomando um golpe de estado por uma milícia organizada pela própria população... essa eu não esperava...

O Guardião

O computólogo tem com seu computador uma ligação muito importante. Por isso um guardião é necessário. Não um guardião qualquer, mas algo que ao mesmo tempo seja ameaçador a um intruso desavisado, como também um símbolo. Símbolo de que? Difícil dizer... se você conhece esse coelho, sabe a que me refiro.


Tim: Behold, the cave of Caerbannog!
Arthur: Right! Keep me covered.
Galahad: What with?
Arthur: W-- just keep me covered.
Tim: Too late!
[dramatic chord]
Arthur: What?
Tim: There he is!
[a little white rabbit appears]
Arthur: Where?
Tim: There!
Arthur: What, behind the rabbit?
Tim: It is the rabbit.
[pause]
Arthur: You silly sod!
Tim: What?
Arthur: You got us all worked up!
Tim: Well, that's no ordinary rabbit!
Arthur: Ohh.
Tim: That's the most foul, cruel, and bad-tempered rodent you ever set eyes on!
Robin: You tit! I soiled my armour, I was so scared!
Tim: Look, that rabbit's got a vicious streak a mile wide! It's a killer!!
Galahad: Get stuffed!
Tim: He'll do you up a treat, mate.
Galahad: Oh, yeah?
Robin: Mangy Scotts git!
Tim: I'm warning you!
Robin: What's he do, nibble your bum?
Tim: He's got huge, sharp-- eh-- he can leap about-- look at the bones!
Arthur: Go on, Bors. Chop his head off!
Bors: Right! Silly little bleeder. One rabbit stew comin' right up!
Tim: Look!
[the rabbit squeaks and attacks Bors]
Bors: AAAAAAUUGH!!
[Bors falls as his head rolls off his body from the rabbit's attack.]
Arthur: JESUS CHRIST!
Tim: I warned you!
Robin: I done it again!
Tim: I warned you, but did you listen to me? Oh, no, you knew it all, didn't you? Oh, it's just a harmless little bunny, isn't it?! Well, it's always the same. I always tell them--
Arthur: Oh, shut up!
Tim: Do they listen to me?

Caerbannog, the Vorpal Bunny, the Death with Big Pointy Teeth.



Gostaria que meus caros leitores respondessem à pergunta feita no primeiro parágrafo. Símbolo de que?
Ah... um aviso... Eu recebi comentários spams (acredite se quiser), e para evitar qualquer comentário deve passar primeiro pela minha supervisão. Então não estranhem seus comentários não aparecerem de primeira. Em no máximo 24 horas eles aparecerão.

Sala São Paulo

Cara... já tinha ouvido falar muito da Sala São Paulo, melhor acústica da américa latina... etc...
Hoje eu entrei pela primeira vez nela. Pelo palco. Inacreditável.
Ainda estou abalado....
Foi muito show!!! Orquestra Sinfônica da USP, o nosso coro junto com outro, por volta de 200 pessoas só no coro. A música que parecia incrivelmente bizarra de repente ficou muito legal!!

Ahhhhh!!!!!!!!


É nessa horas que eu entendo por que eu me meti nessa história de fazer técnicas de expressão vocal do VI ao IX...